19 de abril de 2009

 

Glaxo and Pfizer Join Forces to Develop and Market H.I.V. Drugs

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http://www.nytimes.com/2009/04/17/business/17drug.html?_r=1&ref=health

9 de abril de 2009

 

Nova fase em Pesquisa e Desenvolvimento Farmacêutico: Gestão de Projetos e de Conhecimento

Rodrigo Spricigo1, Carmen Paz Oplustil2, Carlos R. V. Kiffer3
1Gerente de Projetos GC-2 /Gestão do Conhecimento Científico Ltda
2Diretora Administrativa GC-2 / Gestão do Conhecimento Científico Ltda
3Diretor de Operações GC-2 / Gestão do Conhecimento Científico Ltda

Há um natural movimento de ascensão na Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) de novos fármacos e medicamentos na região, incluindo toda a cadeia de P&D farmacêutico, desde a as fases conceituais de descoberta, passando pela pesquisa pré-clínica até os estudos clínicos. O Brasil vem ganhando destaque no cenário global de pesquisa clínica, concentrando hoje 2% dos estudos conduzidos no mundo e 34% na América Latina. Entre 1999 e 2005 a ANVISA emitiu em torno de 5550 anuências para pesquisa clínica. O número de estudos aprovados pela ANVISA desde sua criação em 1999 aumentou cerca de 10% ao ano.

Estima-se que cerca de 800 estudos estejam sendo conduzidos no país com medicamentos no momento, responsáveis pela movimentação na ordem de R$ 5 bilhões no ano. Vale ressaltar que o desenvolvimento de fármacos e o fortalecimento da cadeia produtiva farmacêutica estão entre as áreas prioritárias da Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior (PITCE). Nos últimos anos, linhas de fomento à inovação na área farmacêutica têm aumentado, com projetos aprovados em diversos estágios de desenvolvimento e de grande interesse estratégico do governo, com massivos investimentos (R$ 200-400 milhões/ano).

Embora haja, no país, empresas bem estruturadas para suporte as fases clínicas e algumas para as fases laboratoriais do processo de P&D farmacêutico, a maior demanda destas ainda se dá pelas empresas farmacêuticas multinacionais. Todavia, as demandas das empresas nacionais vem aumentando progressivamente. Adicionalmente, a maior parte do ativo intelectual brasileiro em P&D farmacêutico centraliza-se nestas empresas voltadas ao processo de P&D externo. Há uma grande carência de empresas que entendam de gerenciamento de projetos para área Farma em geral, mas em particular para a área de inovação, pesquisa e desenvolvimento dentro das demandas locais. Estas demandas necessariamente englobam não apenas um bom conhecimento do processo clínico e, eventualmente, laboratorial.

Requerem também um histórico significativo acumulado de produção de participação e produção de projetos locais, produção científica, interface com diversos ambientes, dentre eles os acadêmicos e universitários, fornecedores e provedores de diversas categorias e níveis de qualificação , que nem sempre atendem aos padrões exigidos pela indústria farma.

Por isso, consideramos que realizar gestão de projetos para indústria farmacêutica regional, em particular aos processos de P&D requer base analítica própria robusta, ferramentas de gestão apropriadas, massa crítica muito elevada e conhecimento técnico no desenvolvimento de fármacos para auxiliar o processo de forma mais criteriosa, ágil e segura. Logo, entendemos que gestão de projetos em P&D farmacêutico traz embutido o conceito de gestão do conhecimento acumulado, próprio e regional.

website: http://www.gcdois.com.br/

 

Medical journals and ethics

Should doctors give patients placebos?

http://www.economist.com/science/displaystory.cfm?story_id=12502791



Medical journals and ethics

http://www.economist.com/science/displaystory.cfm?story_id=13361480

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